uma raiz qualquer
na janta dum comilao
uma agua de torvao
na teima de quem quer
trava o trilho faminto
alinhava o canteiro
assina o teu herdeiro
o cortar do lambirinto
la a cobra desenrola
rega a trave da sola
pensas que eu te minto
raiz de arvore nao morre
enquanto a seiva escorre
ainda ha vida eu sinto

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